Antônio Villas Boas; Um caso de contato, sequestro e sexo com extraterrestre

O caso de abdução de Antônio Villas Boas se tornou um dos mais famosos do Brasil e do mundo entre os ufólogos e o público que é fascinado pelo assunto. Pela riqueza de detalhes, pelos sinais físicos do abduzido, doenças remanescentes, além de uma história muito bem relatada, o caso é tido pelos especialistas em ufologia como verídico.

Os estudiosos da área supõem que o que aconteceu com Antônio Villas Boas foi um tipo de programa de reprodução híbrida dos alienígenas para criar uma raça de seres superiores. O que iremos contar a partir de agora se baseia nos registros da época e nos relatos documentados do próprio Antônio Villas Boas.

Antônio Villas Boas e sua esposa Marlene

Fenômenos ovniológicos antes da abdução

Em 5 de outubro de 1957 os Villas Boas receberam visita, razão porque todos foram se deitar só por volta das 23h. Fazia bastante calor naquela noite e por isso Antônio abriu a janela do seu quarto, que dava para um terreiro. Estava em companhia do irmão João. De repente viu uma luz de procedência indefinida, bem mais clara que a do luar, iluminando todo o ambiente. Chamou pelo irmão, que não se interessou pelo fenômeno. Antônio logo fechou a janela e ambos foram dormir. Pouco depois, sem resistir à curiosidade, Antônio tornou a levantar-se e a abrir a janela. A luz continuava inalterada, mas de repente a mesma se deslocou para junto da janela. Assustado, Antonio fechou a janela com tanta força que acordou o irmão e, dentro do quarto escuro, ambos passaram a acompanhar a luz que entrava pelas venezianas. A luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.

Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21h30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Antônio trabalhava com o trator em companhia de outro irmão (José, provavelmente). Subitamente eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer as suas vistas. A luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Era de um vermelho claro e iluminava uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro da luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois as suas vistas ficavam totalmente ofuscadas. Curioso, Antônio começou a correr atrás da luz, que por sua vez começou a fugir dele. Finalmente desistiu da empreitada e voltou para junto do irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância; ela parecia emitir raios intermitentes, em todas as direções. Em seguida desapareceu tão repentinamente que deu a impressão de ter simplesmente se apagado.

A noite mais estranha da vida de Villas Boas

No dia seguinte, 15 para 16 de outubro de 1957, se produz o fato definitivo,relatado por Antônio Villas Boas da seguinte maneira:

Estava só, arando com o trator no mesmo lugar. Era uma noite fria, e o céu estava muito claro, com muitas estrelas. À uma da madrugada, vi de repente uma estrela vermelha no céu. Parecia realmente uma dessas estrelas grandes e brilhantes, mas não o era, como logo descobri, porque rapidamente começou a crescer, como se viesse em minha direção. Em poucos segundos havia se convertido num objeto luminoso, de forma ovoide, que voava até onde eu estava a uma velocidade impressionante. Movia-se com tanta rapidez que estava em cima do trator antes que eu pudesse pensar no que fazer. Ali se deteve de chofre e desceu até ficar a uns cinqüenta metros sobre minha cabeça,iluminando o trator e todo o terreno ao redor como se fosse dia, com um brilho vermelho-pálido tão poderoso que as luzes de meu trator, que estavam acesas, foram totalmente absorvidas.

Eu estava aterrorizado porque não tinha nem ideia do que era; pensei em fugir no trator, mas me dei conta de que,com a escassa velocidade que podia desenvolver, minhas possibilidades de êxito eram poucas, dada a grande velocidade do objeto, que enquanto isso se mantinha estacionado no ar. Também pensei em pular do trator e escapar a pé; mas, a terra fofa removida pelo arado teria sido um difícil obstáculo na escuridão. Fiquei uns dois minutos sem saber o que fazer. “O objeto luminoso se moveu adiante e deteve-se novamente a uma distância de uns dez a quinze metros à minha frente e começou a descair suavemente até o solo.Aproximava-se cada vez mais, e pude ver pela primeira vez que se tratava de uma estranha máquina, mas de forma arredondada e circulada por pequenas luzes de cor púrpura e com um enorme farol frontal vermelho, do qual se projetara a luz que vi quando estava mais alta, motivo por que não tinha observado mais detalhes. Pude ver claramente a forma da máquina; era como um grande ovo alongado, com três cilindros metálicos à frente(um no meio e mais um de cada lado). Eram três eixos metálicos, largos nas bases e finos na outra extremidade. Não pude distinguir sua cor porque estavam envoltos numa fosforescência avermelhada muito poderosa (como a de uma núncio luminoso) do mesmo tom que a luz frontal.

Na parte superior da máquina havia algo que girava a grande velocidade e emitia uma forte luz fluorescente avermelhada.No momento em que a máquina reduziu sua velocidade para aterrissar, a luz mudou para um tom verde, que correspondia—tal era minha impressão —a uma diminuição da velocidade de rotação da parte giratória, a qual, neste momento, parecia estar tomando a forma de um disco redondo ou uma cúpula aplanada (a forma não podia ser distinguida antes).

Não posso dizer se esta era a forma real da parte giratória acima da máquina ou se, simplesmente, era a impressão causada por seu movimento, porque em nenhum momento deixou de mover-se, nem sequer depois, quando estava no solo. “Naturalmente, a maior parte dos detalhes que estou descrevendo agora só foram observados por mim mais adiante. Nesse primeiro momento, eu estava nervoso demais e agitado para que pudesse ver muita coisa. Tanto que, ao ver três suportes metálicos, formando um tripé, que

emergiam da nave quando estava a apenas poucos metros do solo, perdi o pouco autocontrole que me restava. As pernas metálicas destinavam-se obviamente a suportar o peso da máquina ao tocar o solo na aterrissagem. Não pude ver se isto realmente ocorreu, porque dei partida no trator (o motor estivera funcionando o tempo todo) e o fiz correr até um lado, tentando abrir um caminho de fuga.

Só havia percorrido alguns metros quando o trator se deteve e as luzes se apagaram. Não pude explicar como aconteceu.Tentei arrancar novamente, mas o motor não deu sinal devida. Então, abri a porta do trator do lado oposto àquele em que estava a máquina, saltei e comecei a correr; tinha dado apenas alguns passos quando alguém me pegou pelo braço.

Eu estava no campo com meu trator quando, de repente,uma ‘estrela’ vermelha foi se aproximando e terminou por aterrissar muito perto de mim.

Os seres

Meu perseguidor era um indivíduo baixo (batia no meu ombro), vestido com uma estranha indumentária. Em meu desespero, girei bruscamente e dei um forte empurrão, que o fez perder o equilíbrio. Isto o obrigou a soltar-me, e ele caiu de costas a uns dois metros de mim. Tratei de aproveitara vantagem para continuar correndo, mas fui rapidamente alcançado por outros seres, pelos lados e por trás.

Pegaram-me pelos braços e pernas e me ergueram do solo, tirando-me assim qualquer possibilidade de defesa. Só podia forcejar, mas me mantinham fortemente subjugado e não me soltaram. Comecei a gritar em voz alta, pedindo socorro e insultando-os, exigindo que me soltassem. Notei que enquanto me levavam até a máquina, meu modo de falar parecia surpreendê-los ou despertar sua curiosidade, porque se detiveram e observaram atentamente meu rosto cada vez que eu falava, embora sem me soltarem.

“Deste modo me levaram até a máquina, que estava parada a uma altura de uns dois metros sobre o solo, sobre os três suportes metálicos que já mencionei. Havia uma porta aberta na metade posterior da nave. Esta porta se abria de cima abaixo, tomando a forma de uma ponte em cuja extremidade estava fixada uma escada metálica, do mesmo metal prateado que havia nas paredes da máquina.

A escada foi desenrolada totalmente até o solo e me colocaram nela, coisa que não foi fácil. A escada era estreita, deixando somente lugar para duas pessoas juntas; além disso, era flexível, e balançava-se de um lado para o outro com meus esforços para me libertar. Havia também um corrimão metálico de cada lado da escada, da grossura aproximada de um cabo de vassoura. Tentei correr, mas fui agarrado por três seres.

Parei várias vezes, tentando evitar que me içassem, o que os fazia parar para não me soltarem. O parapeito era flexível(mais tarde, ao baixar, tive a impressão de que o corri mão não era de uma só peça, e sim formado por pequenas peças metálicas.

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O interior da nave

Uma vez dentro da máquina, vi que havíamos entrado num pequeno compartimento quadrado. Suas paredes, de metal polido, brilhavam com os reflexos da luz fluorescente que saía do teto metálico, emitidos por pequenas lâmpadas quadradas colocadas no metal do teto, circundando-o perto da parte superior das paredes. Não pude contar quantas eram, porque me puseram no chão, e a porta exterior se ergueu e fechou, com a escada enrolada dentro dela.

A luz era tão intensa que parecia dia. Mas mesmo naquela luz branca fluorescente era impossível distinguir onde estivera a porta, porque ao fechar-se pareceu ter-se convertido em parte da parede. Só podia dizer onde havia estado graças à escada metálica encostada na parede.

Não pude observar mais detalhes porque um dos homens — eram cinco no total —me acenou para que fosse a outro compartimento que podia ser entrevisto através de uma pequena porta aberta, oposta à de entrada. Não sei se esta segunda porta já estava aberta quando entrei na nave,porque não tinha olhado nesta direção até esse momento. Decidi obedecer-lhes porque os homens ainda me seguravam firme e eu estava agora encerrado com eles, não me restando outro recurso.

Deixamos o pequeno compartimento, onde não havia nem instrumentos nem móveis, e entrei em outro muito maior,semi-oval, tal como o outro compartimento e com as mesmas paredes prateadas de metal polido. Creio que este aposento estava no centro da máquina, porque no meio havia uma coluna metálica do teto ao piso, larga na parte superior e mais estreita no meio. Era redonda e parecia sólida. Não creio que fosse apenas uma decoração: devia servir para sustentar o peso do teto. O único mobiliário que puder ver era uma mesa de formato estranho que se encontrava em um canto, rodeada de várias banquetas giratórias (como as utilizadas nos bares). Tudo era do mesmo metal branco.

Durante o que pareceu um tempo interminável permaneci de pé neste cômodo, ainda subjugado pelos braços —por dois homens —, enquanto aquela estranha gente me observava e falava de mim. Digo “falava”, apenas para descrever a coisa de algum modo, porque, na verdade, o que eu estava ouvindo nem de longe se parecia com a forma de falar humana.

Era uma série de latidos, semelhantes aos emitidos por um cachorro. Esta semelhança era muito leve,mas é a única que me ocorre para tentar descrever os sons,totalmente distintos de qualquer coisa que eu escutara até então. Eram latidos e grunhidos lentos, nem muito claros nem muito ásperos, alguns mais longos, outros mais curtos,às vezes com vários sons diferentes, todos ao mesmo tempo.

Mas eram simplesmente sons, latidos animais, e nada se distinguia que pudesse ser tomado como o som de uma sílaba ou uma palavra em língua estrangeira. Para mim, tudo soava igual, de maneira que nada pude assimilar.

Os acontecimentos dentro da nave

Quando terminaram os latidos, pareciam ter resolvido tudo,porque os cinco me subjugaram novamente e começaram a despir-me à força. Lutamos de novo, eu tentando dificultar o máximo possível. Protestei, gritei. Eles, é claro, não me podiam entender, mas se detiveram e me fitaram como se tentando fazer-me compreender que eram gente educada.

Ademais, mesmo utilizando a força, em nenhum momento me machucaram gravemente e nem sequer rasgaram minhas roupas, exceto talvez minha camisa (que já estava rasgada).”Por fim, quando me despiram por completo, voltei a me preocupar, sem saber o que viria a seguir. Então, um dos homens se aproximou de mim com algo na mão. Parecia uma espécie de esponja úmida, e com ela começou a espalhar um líquido por toda a minha pele. Não era uma dessas esponjas de borracha, porque era muito mais suave.

O líquido era claro como água, mas bastante espesso e sem cheiro. Eu sentia frio, porque a temperatura lá fora já era baixa e estava bastante mais frio naqueles dois cômodos dentro da máquina. Quando me despiram, comecei a tremer, e então o líquido veio a piorar as coisas. Mas secou rapidamente, e ao final não senti muito a diferença.

Então fui guiado por três dos homens até uma porta fechada, que estava em frente daquela pela qual entramos. Sinalizando com as mãos para que os acompanhasse e latindo uns para os outros, moveram-se naquela direção, comigo no meio. O homem que ia à frente empurrou algo no meio da porta — não pude ver o que era, talvez uma manivela ou um botão que a fazia abrir-se para dentro em duas metades.

Quando estava fechada, esta porta ia do teto ao piso, e sobre a parte superior havia uma inscrição luminosa, delineada em símbolos vermelhos, que, devido a um efeito luminoso, pareciam ressaltar uns 30mm fora do metal da porta. A inscrição foi a única de sua espécie que vi na nave. Os signos gravados eram completamente diferentes dos que conhecemos como letras… Tentei memorizar suas formas, e é o que desenhei na carta que enviei ao Sr. João Martins.Neste momento já não lembro como eram.

A porta em questão dava para um cômodo menor, de forma quadrada, e iluminado da mesma forma que os outros. Depois de entrar (eu e os dois homens), a porta se fechou de novo atrás de nós. Eu me virei e vi algo que não sei como explicar: já não havia mais portas ali, tudo o que podia se ver era uma parede como as demais. Não sei como se conseguia isto. A não ser que, quando a porta se fechava, alguma tela a escondesse de vista; eu não podia entender. O certo é que,pouco tempo depois, a parede se abriu e foi novamente uma porta; não vi nenhuma tela.

Desta vez entraram mais dois homens, levando em suas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos,cada um com mais de um metro de comprimento. Não posso dizer se havia algo dentro deles, mas sei que eram ocos. Um dos tubos estava fixado em uma das extremidades a um frasco de vidro em forma de cálice. O outro extremo tinha um canudo em forma de ventosa, que me aplicaram no queixo, onde se pode ver esta marca escura, que permaneceu como cicatriz.

Antes, porém, o homem que efetuava o trabalho apertou o tubo com suas mãos, como que retirando o ar. Não senti dor nem comichão nesse momento, apenas a sensação de que a pele estava sendo absorvida. Mais tarde,porém, o local começou a inflamar eme dar coceira (posteriormente descobri que a pele havia sido rasgada e raspada). Quando me aplicaram o tubo de borracha vi que meu sangue enchia lentamente o cálice até ametade.

Então, o outro tubo de reserva substituiu o primeiro. Novamente fui sangrado pelo queixo, no outro lado, onde ficou esta outra marca, escura como a primeira.Desta vez o cálice foi enchido até a borda, e logo retiraram a ventosa. A pele também estava raspada neste lugar, que me ardia e picava como do outro lado. Logo, os homens se retiraram e fecharam a porta.

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Despiram-me à força e me convidaram a segui-los até outro compartimento. Sobre uma das portas, observei uns estranhos sinais. Estive ali durante longo tempo, talvez meia hora. O cômodo estava vazio; só havia um grande divã no meio,bastante amplo. Mas era macio, como se feito de espuma de borracha, e estava coberto com um grosso material cinzento, também macio.

Sentei-me nele, já que estava cansado de tanto me debater e de emoções. Nesse momento, notei um estranho odor e comecei a me sentir mal. Era como se estivesse respirando uma espessa fumaça que me sufocava; dava a sensação de tecido pintado que estava se queimando.

Talvez fosse realmente isso, porque, examinando as paredes, notei pela primeira vez a existência de uma quantidade de pequenos tubos metálicos que saíam delas à altura de minha cabeça,com as extremidades fechadas, mas cheios de orifícios (como um chuveiro), dos quais saía uma fumaça cinzenta que se dissolvia no ar.

Esta fumaça era a causa do odor. Não posso dizer se a fumaça já saía quando os homens estavam me extraindo sangue no outro cômodo, já que não o notei antes. Talvez, com o abrir e fechar da porta, o ar tivesse circulado melhor e eu não notasse nada.

Mas agora, de todos os modos, eu não me sentia bem, e as náuseas foram aumentando, até que acabei vomitando em um canto do cômodo. Meu entorpecimento logo desapareceu, mas ainda tinha náuseas, devido ao cheiro de fumaça. Além disso,fiquei bastante desanimado, esperando que acontecesse algo.

Aparência física dos seres

Devo dizer que até este momento ainda não tinha a menor ideia da aparência física ou da expressão destes homens. Os cinco estavam vestidos com macacões muito justos, de um tipo grosso, mas suave, de cor cinza, com algumas listras pretas.

Este traje chegava-lhes até a nuca, onde se unia a uma espécie de capacete feito de um material (não sei qual era) da mesma cor, que parecia mais rígido e estava reforçado nas costas e na frente por tiras de um metal fino de forma triangular e à altura do nariz.

Estes capacetes escondiam tudo, deixando visíveis apenas os olhos através de duas janelinhas redondas similares aos cristais dos óculos.Através destas janelinhas, os homens me observavam com uns olhos que pareciam bem menores que os nossos, mas creio que isso era um efeito produzido pelos cristais.

Todos tinham olhos claros, que me pareciam azuis, mas não pude me certificar. Sobre os olhos, a altura de seus capacetes tinhao dobro do tamanho de uma cabeça normal. É provável que houvesse algo mais no capacete, sobre as cabeças, mas não se podia ver nada do lado de fora.

Mas em cima, do centro da cabeça, emergiam três tubos prateados redondos (não posso dizer se eram de borracha ou de plástico), pouco mais finos que uma mangueira de jardim. Estes tubos, um no centro e um de cada lado, eram lisos e iam até as costas,curvando-se em direção às costelas.

Ali penetravam no traje,ao qual estavam presos de uma maneira que não sei como explicar. O do centro entrava à altura da coluna vertebral, os outros dois, um de cada lado, debaixo dos ombros, em um ponto uns dez centímetros abaixo das axilas, quase nos flancos, onde começam as costelas.

Não notei nenhuma protuberância que pudesse indicar que estes tubos estivessem ligados a alguma coisa ou instrumento escondido debaixo do traje.

As mangas eram ajustadas, chegando até os pulsos, onde continuavam em grossas luvas da mesma cor, com cinco dedos, que deviam dificultar um pouco o movimento das mãos. Quanto a isso, observei que os homens não podiam dobrar os dedos até tocar as palmas com as pontas; contudo,esta dificuldade não os impediu de me segurarem firmemente e manejarem com destreza os tubos de borracha para extrair sangue.

O traje devia ser uma espécie de uniforme, porque todos os membros da tripulação levavam,à altura do peito, uma espécie de escudo vermelho redondo,do tamanho de uma rodela de abacaxi, que de vez em quando emitia reflexos luminosos. Os escudos em si não emitiam luz, e sim reflexos como as de lanternas traseiras de um automóvel refletindo os faróis dianteiros de outro, tal como se tivessem luz própria.

A partir deste escudo, no meio do peito, saía uma franja de tecido prateado (ou metal laminado), que se unia a um amplo e apertado cinturão sem fivela, cuja cor não recordo. Não se viam bolsos em nenhum dos trajes, e tampouco recordo ter visto botões.

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As calças também eram ajustadas atrás, nas coxas e nas pernas, sem nenhuma ruga ou costura. Não havia separação clara à altura dos tornozelos, entre as calças e os sapatos, que se uniam entre si, formando parte de um todo. Contudo, as solas eram diferentes das nossas.


Eram muito grossas, de cinco a sete centímetros de espessura. As pontas dos sapatos, que pareciam tênis, estavam bastante arqueadas até acima, mas não terminavam em ponta. Pelo que logo vi, estes sapatos deviam ser bastante maiores que os pés. Apesar disso, a passada deles era muito desenvolta e seus movimentos bem ágeis.

Eram todos da minha altura (talvez um pouco menos, considerando os capacetes), exceto um deles, o que primeiro me alcançou lá fora; este não me chegava ao queixo. Todos pareciam ser fortes, mas não tanto para que eu temesse ser vencido num corpo-a-corpo com um deles.




A mulher extraterrena

Após um prolongado intervalo, um ruído na porta me assustou; voltei-me e tive uma tremenda surpresa: a porta estava aberta e uma mulher entrava. Veio até mim lentamente, talvez divertida pela surpresa que devia ler em meu rosto. Fiquei atônito, e não sem razão.

A mulher estava totalmente desnuda, tanto quanto eu, e também descalça.”Além do mais, era formosa, ainda que de um tipo diferente das mulheres que conheço. Seu cabelo era ruivo, quase branco (como o cabelo oxigenado, fino, não muito farto;chegava-lhe até a metade do pescoço), com as pontas curvadas para dentro, e separado no meio. Seus olhos eram grandes e azuis, mais largos que redondos, rasgados para fora. Seu nariz era reto, sem ser arrebitado nem afinado na ponta, nem demasiado grande.

A diferença estava no contorno de seu rosto, porque as maçãs eram muito altas, oque lhe tornava o rosto mais cheio (muito mais que as mulheres índias sul-americanas). Mas, imediatamente abaixo, seu rosto se estreitava bruscamente, terminando num queixo muito fino. Esta característica dava à parte inferior do rosto uma forma bastante triangular. Seus lábios eram muitos finos, apenas visíveis.

As orelhas (que vi mais tarde) eram pequenas e não pareciam diferentes das orelhas das mulheres que conheço. As maçãs proeminentes davam a impressão de que havia embaixo um osso que sobressaía, mas, como vi depois, eram suaves e carnudas ao tato, e não havia sensação de osso.

Seu corpo era muito mais bonito que o de qualquer mulher que conheci. Era esbelto, com seios altos e bem separados,cintura fina e estômago pequeno, quadris amplos e pernas grossas. Os pés eram pequenos; as mãos largas e finas, e seus dedos e unhas, normais. Era bem mais baixa que eu; sua cabeça batia em meu ombro.

A mulher veio até mim silenciosamente, olhando-me com expressão de alguém que deseja algo; logo me abraçou e começou a esfregar sua cabeça de lado contra meu rosto. Ao mesmo tempo senti seu corpo junto ao meu. Sua pele era branca, e os braços cobertos de sardas. Não senti perfume nem cheiro em sua pele ou cabelos.

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A porta fechou-se de novo. Sozinho ali, com a mulher me abraçando e dando-me a entender exatamente o que queria,comecei a excitar-me. Isto parece incrível na situação em que me achava.

Creio que o líquido com o qual me esfregaram a pele foi a causa. Tudo que sei é que me excitei muito, como nunca me aconteceu antes. Terminei por me esquecer de tudo e reagi a suas carícias com outras. Tudo foi normal; ela se comportou como faria qualquer outra mulher.

Isso era o que eles queriam de mim: um bom sêmen como se para melhorar sua espécie. Estava enojado, mas logo resolvi não dar importância, porque, de qualquer modo,havia desfrutado de alguns momentos agradáveis.

Obviamente não trocaria nossas mulheres por ela. Gosto de mulheres com quem se possa conversar e fazer-se entender, o que não era o caso aqui. Além disso, alguns dos latidos e grunhidos que ouvi da boca da mulher, em determinados momentos, quase puseram tudo a perder, causando-me a impressão desagradável de estar com um animal.

Ante a surpresa de Villas Boas, na porta do pequeno aposento apareceu uma mulher nua. Algo que notei é que não me beijou uma vez sequer. Recordo em certo momento que abriu a boca como que para fazê-lo, mas foi uma mordida suave em meu queixo, o que estava longe de ser um beijo.

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Pouco tempo depois, a porta abriu-se. Um dos homens apareceu no umbral e chamou a mulher. Antes de sair ela se voltou para mim e, com um sorriso (ou algo parecido),apontou para o céu, creio que na direção sul. Então saiu.”Um dos homens entrou com minha roupa, mandou que eu me vestisse. Obedeci em silêncio. Todas as minhas coisas estavam em meus bolsos, exceto uma: o meu isqueiro. Não sei se o tomaram ou se caiu quando fui capturado. Por esse motivo, nem sequer tentei protestar. Saímos e regressamos ao outro aposento. Três tripulantes da máquina estavam sentados nas banquetas giratórias, conversando (ou, melhor dizendo, grunhindo). O que estava comigo se uniu a eles, deixando-me no meio do cômodo,perto da mesa que mencionei antes.

Agora estava completamente calmo, pois sabia que não me causariam danos. Enquanto eles punham em ordem seus assuntos, tratei de passar o tempo observando e fixando em minha memória todos os detalhes do que podia ver (paredes,móveis, uniformes etc.).

Num dado momento, notei que sobre a mesa, perto deles, havia uma caixa quadrada com um tampo de vidro e uma marca negra no lugar que corresponde às seis horas. Havia marcas similares em todos os pontos correspondentes às nove horas e às três. No lugar das doze era diferente: havia quatro pequenas marcas negras enfileiradas lado a lado. Não sei explicar o seu significado,mas eram assim.

A princípio acreditei que o instrumento era uma espécie de relógio, porque um dos homens lhe dava uma olhada de vezem quando. Mas não creio que o fosse, porque mantive avista nele durante bastante tempo, e em nenhum momento o ponteiro se moveu. Se fosse um relógio, isto deveria ter acontecido, pois o tempo estava passando.

Então tive a ideia de me apoderar dele. Recordei que precisava levar algo comigo para provar minha aventura. Se pudesse obter aquela caixa, o problema estaria resolvido.Talvez, vendo meu interesse por ela, os homens resolvessem me dar a caixa de presente.

Lentamente, me aproximei mais e mais; eles não prestavam atenção. Logo peguei o instrumento com as duas mãos e o levantei da mesa. Era pesado, talvez mais de dois quilos. Mas sequer tive tempo de examiná-lo. Rápido como a luz, um deles se levantou de um salto e, empurrando-me para um lado, tomou-me o objeto, indignado, e foi recolocá-lo no lugar.

Afastei-me até que pude sentir meu dorso contra a parede mais próxima. Ali me mantive quieto, embora não estivesse aterrorizado; mas era melhor ficar quieto, porque eles só mostravam consideração quando eu me comportava corretamente. A única coisa que fiz foi raspar a parede comas unhas, que resvalaram sobre o metal polido sem deixar nenhuma marca. Fiquei ali esperando.

Não voltei a ver a mulher depois que saí do aposento, mas descobri onde estava; na parte dianteira do grande cômodo havia outra porta, pela qual eu não havia passado. Estava agora entreaberta e, de vez em quando, ouvia ruídos que saíam dali, como se alguém se movesse. Só podia ser a mulher, já que os demais estavam no mesmo cômodo

comigo. Imagino que o compartimento da frente devia corresponder ao lugar onde encontraria o piloto encarregado da navegação da máquina, mas não pude verificar.

O exterior da nave

Por fim, um dos homens se levantou e me fez sinal para que o acompanhasse. Os outros permaneceram sentados sem me olhar. Caminhamos até o pequeno compartimento dianteiro e chegamos até a porta externa, que estava novamente aberta,com a escada já desenrolada.

Não baixamos, porém, porque o homem me acenou para que o acompanhasse até uma plataforma que se estendia ao redor da máquina e que,embora estreita, permitia que alguém caminhasse por ela em qualquer direção.

Para começar, caminhamos pela frente. O que notei primeiro foi uma espécie de projeção metálica, de forma quadrada, firmemente aderida ao costado da máquina e que sobressaía (havia algo similar do outro lado). Se estas duas partes não fossem tão pequenas, eu teria pensado que eram asas para ajudar a máquina a voar.

Por sua aparência, creio que seu propósito era talvez mover-se para cima e abaixo,regulando a subida ou descida da nave. Admito, contudo,que em momento algum, nem mesmo quando levantou vôo, notei qualquer movimento nelas. De modo que não posso explicar sua finalidade.

Mais adiante, até a frente, o homem me apontou os três eixos metálicos que já mencionei, solidamente colocados (os dois exteriores) nos costados da máquina e [o central] bem em frente, como se fossem engrenagens metálicas cilíndricas.

Todos tinham a mesma forma e longitude, muito largos na base e diminuindo gradualmente em grossura até terminar numa fina extremidade. Não sei se eram do mesmo metal da nave, porque emitiam uma leve fluorescência avermelhada, como se estivessem incandescentes. Todavia,não senti calor.

Pouco acima de suas bases, onde estavam apoiados à máquina, havia luzes avermelhadas colocadas neles. As duas luzes laterais eram pequenas e redondas. Ada frente era enorme, também redonda, e era o refletor dianteiro na nave,que já descrevi.

Ao redor da nave, e ligeiramente acima da plataforma,sobre a qual lançavam uma luz avermelhada, havia incontáveis lâmpadas pequenas e quadradas, de aparência similar às utilizadas para a iluminação interna da máquina.”Na frente, a plataforma não se estendia ao redor de toda a máquina, e sim terminava perto de uma grande lâmina de vidro grosso, que se projetava parcialmente para fora e se alargava até os lados, firmemente embutida no metal.

Talvez servisse para olhar, pois em lugar nenhum havia janelinhas.”Penso, porém, que seria difícil, porque, visto de fora, o vidro parecia embaçado. Não sei como seria do lado de dentro, mas não creio que fosse transparente.

Creio que aquelas engrenagens cilíndricas liberavam a energia que acionava a máquina para a frente, porque,quando alçou voo, sua luminosidade aumentou extraordinariamente, mesclando-se por completo com as luzes dos focos dianteiros.

Tendo visto a parte dianteira da máquina, voltamos à parte posterior, que era muito mais volumosa que a da frente. Mas antes nos detivemos por uns momentos, e o homem apontou para cima, onde a enorme cúpula em forma de disco rodava lentamente, iluminada em cheio por uma luz fluorescente esverdeada que provinha de não sei onde.Mesmo com esse lento movimento, podia-se escutar um som como o do ar que é sugado por um aspirador, uma espécie de zumbido.

Mais tarde, quando a máquina começou a levantar-se, o disco aumentou sua velocidade até o ponto em que se tornou invisível, e só então podia ver-se a luz, cujo brilho também aumentou muito e mudou de cor, tornando-se vermelho vivo.

Nesse momento, o som também aumentou e se converteu num verdadeiro zumbido. Não compreendi as razões de tais mudanças, e tampouco qual seria o propósito do disco luminoso, que não deixou de girar por um só instante. Mas deveria servir para algo, já que estava ali. Parecia haver uma pequena luz avermelhada no centro dessa cúpula ou disco giratório, mas o movimento não me permitiu verificar isto com certeza.

Voltando agora até a parte posterior da máquina, passamos de novo diante da porta e continuamos caminhando. Bem na parte traseira, onde se situaria a cauda de um avião, havia uma peça metálica triangular, em posição vertical, que ia desde a parte dianteira à traseira através da plataforma.

Mas não era mais alta que meus joelhos, e pude passar facilmente por cima até o outro lado e retornar. Enquanto o fazia, notei no piso da plataforma, uma de cada lado, duas luzes em forma de largos cortes sobressalentes, ainda que não emitissem cintilações.

Todavia, creio que a peça metálica em questão era uma espécie de timão para modificar a direção da máquina. De qualquer modo, a vi mover-se até um lado no momento em que a máquina, então estacionaria no ar a uma certa altura,prestes a decolar, mudou bruscamente de direção, antes de começar a afastar-se a uma velocidade fantástica.

Tendo visto a parte posterior da máquina, regressamos à porta. Meu guia apontou agora a escada metálica, indicando-me que descesse por ela. Obedeci. Quando pisei em terra firme, olhei para cima; ele ainda estava ali. Logo apontou a si mesmo, para o solo e, finalmente, para a frente, rumo sul. Então me indicou com um gesto que recuasse, e desapareceu dentro da nave.




Decolagem Final

Agora a escada metálica começava a encurtar-se, e os degraus se ajustavam um sobre o outro como uma pilha de tábuas. Quando a escada chegou até a parte superior da porta—a que quando estava aberta era um piso, esta começou por sua vez a levantar-se, até que se encaixou na parede da nave e ficou invisível.

As luzes das engrenagens cilíndricas, dos faróis dianteiros e do disco giratório aumentaram o seu brilho, enquanto o disco girava mais e mais rapidamente. Pouco a pouco, a nave começou a elevar-se na vertical.

Nesse momento, os três eixos do tripé sobre os quais estivera apoiada se ergueram até os costados, a parte inferior de cada perna (mais estreita,arredondada e terminada em um pé alargado) começou a

entrar na parte superior (que era muito mais larga e quadrada), e então as partes superiores começaram a penetrar na máquina. Finalmente, já não se via nada ali; a base era lisa e polida como se o tripé nunca houvesse existido.

Não pude descobrir nenhuma marca que indicasse os lugares em que haviam penetrado. A nave continuou subindo lentamente, até que alcançou uma altura de trinta a cinqüenta metros.

Ali se deteve uns segundos. Simultaneamente, a luminosidade aumentou ainda mais, e o disco giratório começou a rodar a uma velocidade aterrorizante, enquanto sua luz passava por várias cores, até chegar a um vermelho vivo.

Nesse momento, a máquina mudou de direção com um movimento brusco, fazendo um ruído mais forte, uma espécie de ‘golpear continuado’ (isto aconteceu quando vi a parte que chamei de ‘timão’ mover-se até um lado).

Logo, inclinando-se ligeiramente até um lado,a máquina saiu disparada como uma bala para o sul, a tal velocidade que desapareceu de vista em poucos segundos.”Então regressei a meu trator. Deixei a nave por volta das 5:30 da manhã, e havia entrado nela à 1:15 da madrugada.

De maneira que passei ali quatro horas e quinze minutos.”Quando tentei dar partida no motor, vi que ainda não funcionava. Procurei descobrir algum defeito e notei que um dos cabos da bateria havia sido desconectado e estava fora de lugar. Alguém o fizera, porque um cabo de bateria bem colocado não se solta sozinho (eu havia testado ao sair de casa).

Devia ter sido feito por algum dos homens depois que o trator se detivera, provavelmente enquanto me capturavam. Talvez o tivessem feito para evitar que eu escapasse de novo, se pudesse livrar-me deles. Era um agente muito perspicaz, não havia nada que não previssem.”Além de minha mãe, não contei a história a ninguém até agora.

Ela disse que eu nunca deveria me misturar de novo com essa gente. Não tive coragem de contar a meu pai, porque já lhe havia contado sobre a luz que aparecera no curral e ele não me levara a sério, dizendo que eu ‘andava tendo visões’.

Mais tarde, decidi escrever ao Sr. João Martins, depois de ler um de seus artigos em O Cruzeiro, em novembro, no qual solicitava aos leitores que o informassem de todos os casos que tivessem relação com discos voadores. Se tivesse dinheiro suficiente, eu teria vindo antes, mas como não tinha, tive de esperar até que o jornalista me ajudasse nas despesas com a viagem. Estou a sua disposição, senhores. Se acham que devo voltar para casa, o farei amanhã. Mas se desejam que eu permaneça mais tempo aqui, estou de acordo em fazê-lo; para isso vim.

O esboço da máquina

Este esboço foi feitor por Villas Boas no consultório do Dr.Olavo Fontes, a fim de tornar mais compreensíveis osdetalhes da máquina, tal como nos fornece em seu

Este esboço foi feitor por Villas Boas no consultório do Dr.Olavo Fontes, a fim de tornar mais compreensíveis os detalhes da máquina, tal como nos fornece em seu

No dia seguinte (17 de outubro), Villas Boas retornou ao lugar onde a estranha nave havia aterrissado e mediu distâncias entre as três marcas que estavam na superfície,correspondentes aos pés do tripé sobre o qual esteve parada a máquina. Estas medidas dão uma ideia aproximada das dimensões reais da nave.

Inscrição

Antônio Villas Boas - outromundo.net

Incrições contidas sobre uma porta interna da nave

Quanto à descrição feita por Villas Boas da inscrição que viu sobre uma porta da nave, ele tentou memorizá-la, e logo a reproduzo na entrevista que tive com Olavo Fontes e João Martins.

Declarações do Dr. Olavo Fontes

A declaração transcrita anteriormente foi feita de livre vontade por Antônio Villas Boas em meu consultório.

boas1Durante umas quatro horas ouvimos a narração e submetemos o depoente a um detalhado interrogatório. Tentamos esclarecer certos detalhes, com o objetivo de verse havia contradições e chamar sua atenção sobre certos pontos inexplicáveis em seu relato, a fim de ver se ficava desconcertado por isto ou se recorria a sua imaginação.”Fiz uma investigação pessoal de todo o assunto junto com o jornalista João Martins, que foi o primeiro homem com quem a testemunha fez contato.

Antônio Villas Boas escreveu duas cartas a João Martins pouco tempo depois de ocorrido o incidente. E, finalmente,decidimos enviar-lhe o dinheiro para que fizesse a viagem ao Rio de Janeiro. Aqui chegou uns quatro meses após os acontecimentos, com todos os detalhes ainda frescos em sua memória.

Foi submetido a um exaustivo interrogatório, assim como também a um cuidadoso exame médico, incluindo testes psicológicos.

Decidimos não publicar os resultados da investigação,porque o caso era demasiado ‘disparatado’ e também devido à possibilidade de que ocorresse um caso similar que pudesse ser comparado com este, comparação que teria sido sumamente interessante se o primeiro caso não fosse conhecido.

Obrigado se você leu até aqui!

Confira abaixo o áudio da entrevista com Antônio Villas Boas realizada no programa Flávio Cavalcanti em 1978.

Créditos: Por Marcos metzdorf – baseado no livro: O Ovni de Belém, de J.J Benitez – Você pode encontrar mais livros de J.J B na Saraiva Amazon |  Mega curioso | wikipedia | Imagens: Google images

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